Eu fiquei abismado com a situação ocorrida em São Miguel das Matas, no dia em que o governador foi entregar o trecho da estrada reformada na cidade. Foi a volta da política suja de vaias, provocação. Dizem que quase teve empurrões embaixo do palanque, tinha até gente levantando faixa. Lembram quando Didi dos Trapalhões balançava o pé dizendo que era mentira o que o outro estava dizendo? Pois é! Enquanto o deputado Roberto Carlos estava falando dizendo que teria sido ele, juntamente com o grupo em que ele faz parte, o autor do pedido de reforma da pista, o vice-governador estava do outro lado balançando o dedo para o povo, indicando que era mentira. Quando o governador olhou para o vice-governador, ele parou e se consertou todo. Também não quero nem acreditar no que fiquei sabendo em relação ao discurso do deputado Rogério Andrade. Ele disse que Teté, prefeito de São Miguel, entrou para o grupo do governador agora. Teté perdeu com Geddel e Rogério Andrade com Paulo Souto. Quem pode falar de quem se estão todos no palanque juntos com Wagner? E o governador disse que teriam que priorizar quem trabalhou com o grupo, mas quem foi para o grupo tem que ser valorizado também. Imagine como ficou o governador no meio daquela situação. No momento em que um dizia que ?o pai da criança? seria ele, o outro diz que não, o governador fez a intervenção pedindo para o povo parar de vaiar e prestar atenção em quem estava falando. As pessoas precisam tomar cuidado. Se Santo Antonio de Jesus tem ?guerra? política, imagine nessas cidades menores? Tem pessoas que viram inimigos durante o período político e se você não tiver o cuidado em fazer uma política de alto nível, você causa confusão. Léo Valente





