Secretaria de Ação Social esclarece reclamação feita por uma ouvinte nesta quarta (25)

Uma senhora de prenome Edna, entrou em contato com o programa ?Levante a Voz? desta quarta-feira (25) reclamando sobre um pedido que a mesma fez a prefeitura municipal, há um ano, e não foi totalmente atendido. Ela informou que foi até a prefeitura pedir ajuda para consertar a casa da filha que estava caindo. No primeiro momento o prefeito garantiu ajuda e pediu que ela fosse à Secretaria de Ação Social, que no momento, era coordenado pela vereadora Dalva Mercês. ?Dalva foi verificar a casa viu que precisava ser demolida e autorizou a demolição. Já tem um ano que isso aconteceu e quando eu vou procurá-los eles ficam dando desculpa e não resolvem mais o problema?, expôs a senhora. Ela completa dizendo que a filha está grávida do segundo filho, dormindo no chão sem ter para onde ir. Uma das explicações que dão é que neste momento é necessária uma planta e que a situação não depende mais deles. A senhora Edna mencionou que pediram para ela encontrar uma casa para alugar enquanto o problema é resolvido, mas quando a mesma foi procurar, mais uma vez, a prefeitura foi informada que a situação só pode ser resolvida Assistente Social. ?A gente nunca encontra a assistente social e ninguém resolve a situação?, ressaltou a senhora. No momento o coordenador do setor de habitação da Secretaria de Ação Social, senhor Serginho, também entrou em contato com o programa explicando a reclamação da senhora Edna. Serginho relatou que a casa foi demolida há quatro meses devido à situação de risco que as pessoas corriam. ?Fomos até lá, orientamos a senhora Edna e sua filha para a aceitação de um aluguel social, pois hoje não se gasta menos de quinze mil reais para construir uma casa?, disse Serginho. Ele afirmou que todo levantamento do material foi feito, inclusive o orçamento, porém terá que ser licitado devido ao valor. Serginho também mencionou que quando a proposta de alugar uma casa provisória foi feita, a própria secretaria saiu em busca do imóvel para alugar, mas a filha da senhora Edna não aceitou as casas selecionadas, pois queria uma que ficasse próxima da mãe. O coordenador Serginho concluiu dizendo que se a senhora mudar de opinião quanto ao aluguel da casa que a situação pode ser revista e a secretaria pode voltar a procurar um imóvel.