A sucessão na presidência do Senado já está pacificada no PMDB e no Palácio do Planalto. Embora seu preferido fosse o ministro Edison Lobão (Minas e Energia), a presidente Dilma Rousseff enviou recados para o líder do PMDB, senador Renan Calheiros (AL), por meio do vice-presidente Michel Temer e do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), de que não tem objeção a sua candidatura.
A ministra Ideli Salvatti (Relações Institucionais) também conversou com o próprio Renan e afirmou que o governo não vai interferir. O que o Palácio do Planalto quer é a garantia de que não haverá crise institucional e que o Senado continuará votando os projetos de interesse do Executivo.
Um dos temores do governo é que a candidatura de Renan ressuscite antigas denúncias contra ele e cause instabilidade no Legislativo. Acusado de ter despesas pessoais pagas por um lobista de uma empreiteira, Renan teve que deixar a presidência do Senado em 2007 para evitar a cassação de seu mandato.
NOSSA OPINIÃO:
Gente, Renan de novo, ninguém merece! O pior é o mais prudente para a presidente Dilma é manter-se afastada dessa briga em nome da governabilidade.



