MEC gasta R$ 262 milhões para fazer Enem sem falhas graves

 

Para tentar fazer o primeiro Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) sem falhas desde 2009, quando foi transformado em vestibular, o Ministério da Educação inflou o gasto médio com as provas. O custo por inscrito chegou a R$ 55,98, quase R$ 8 a mais que no ano passado, quando 26,4% dos inscritos faltaram. Desse valor, R$ 45,33 saíram dos cofres públicos, pois a arrecadação com as taxas de inscrição não cobre o custo. O gasto total do governo com exame é estimado em R$ 262 milhões. 

Pouco mais de 5,7 milhões são esperados hoje e amanhã em 1.615 cidades do País. O ministro da Educação, Aloizio Mercadante (foto abaixo), disse que o aumento do custo ocorreu com a compra de cadeados eletrônicos e chips de segurança e as mudanças na aplicação e correção dos testes. Mercadante disse estar “tranquilo” e “seguro” de que o primeiro Enem de sua gestão ocorrerá sem fraudes e falhas ocorridas nas versões anteriores.