Antônio Pimentel, consultor na área de Conferência Municipal das Cidades, participou de um evento na cidade de Conceição do Almeida e falou ao repórter Tino Alves sobre o assunto. De acordo com Antônio, ao longo desta década, o Governo Federal adotou uma estratégia diferente nos estados e municípios. ?Ao invés de passar receitas corrente ampliando a fatia dos estados e municípios no bolo da distribuição das receitas de impostos que são em termos proporcionais 15% para os municípios , 25 % para os estados e 60% com a União Federal. Para não aumentar esta proporção , o Governo Federal tem influenciado bastante os municípios a se organizarem através de projetos para fazerem convênios que é o que chamamos de transferências voluntárias?, explicou. Ainda disse estar existindo uma sobrecarga nas despesas dos municípios, principalmente nas de pessoal, devido o aumento do salário mínimo, ao longo do exercício financeiro e por isso, o Governo tem incentivado a Conferência das Cidades.
Esta conferência acontece em todos os municípios do Brasil com o objetivo de tirar 33 obras prioritárias para os próximos quatro anos. As obras geralmente são de desenvolvimento urbano. As idéias discutidas nas cidades serão levadas para uma assembléia em Salvador, em seguida para Brasília , e assim ser colocado no orçamento do Estado e da União através da Secretaria de Desenvolvimento do Estado e do Ministério das Cidades.



