
Uma queda de braço entre a bancada da bala e evangélicos na Câmara dos Deputados tem atrasado a votação de um projeto que altera e regulamenta a posse e o porte de armas. A proposta, do Executivo, está na pauta da Câmara há semanas, mas não há acordo para votá-la.
Relatado por Alexandre Leite (DEM-SP), o projeto aumenta as situações em que o porte de armas é permitido, inclusive para os CACs — colecionadores, atiradores esportivos e caçadores. O trecho criticado pelos evangélicos é a permissão de que cidadãos comuns possam registrar até seis armas.
- Thiancle Araújo destaca investimentos do Governo da Bahia durante agenda em Itatim: "Obras estão sendo entregues"
- Prefeito de Milagres destaca investimentos de Jerônimo nos municípios: “compromisso”
- Suplente de vereador Marcos Podólogo declara apoio à pré-candidatura de Rogério Andrade a deputado estadual em Santo Antônio de Jesus
Defensores da proposta dizem que ela apenas formaliza o que já é praticado hoje pelas autoridades. A lei atualmente não tem um limite expresso, mas traz um caráter restritivo. Os evangélicos, porém, dizem que só entrarão em acordo com o texto quando o número diminuir para no máximo três armas.
*OGlobo




