O ex-secretário de Saúde do Estado da Bahia, Jorge Solla, respondeu à denúncia sobre ter obrigado uma servidora a participar do jantar de adesão à campanha dele para deputado federal. Na manhã desta quinta-feira (21), uma servidora confidenciou ao Bocão News que teve que desembolsar R$ 50 para ir ao evento, após relatar que outros servidores também foram coagidos a participar da doação de campanha.Entretanto, através da assessoria, Solla nega a denúncia, afirmando que “é completamente infundada. O evento foi para 300 pessoas e houve superlotação. Não havia a maior necessidade”, explicou.
Ainda por meio da assessoria, o candidato garantiu que o procedimento para adesão a este jantar está dentro da legislação e com respectivo recibo de doação. “Nenhum servidor foi obrigado a adquirir o convite e houve, inclusive, uma procura maior. Vendemos todos os ingressos”, reforçou.Há uma semana, durante debate na Associação Baiana de Medicina, em Ondina, o candidato ao governo do Estado pelo Psol, Marcos Mendes, chegou a falar que empresas médicas pagaram até R$ 20 mil em um jantar de adesão ao petista. “Há indícios de que essas empresas pagaram entre R$ 10 mil e R$ 20 mil. Ele como ex-secretário não deveria aceitar”, falou Mendes.Sobre a denúncia de Mendes, a assessoria de Solla rebateu: “antes de denunciar é bom ter provas”. Solla está em Juazeiro, em viagem de campanha. (Bocão News)



