
O vereador Dorival Freitas Macedo, conhecido como sargento Dorival, de 58 anos é um dos investigados por suspeita de participação em um assassinato na cidade de Itaeté. Sargento Dorival é filiado ao partido Socialismo e Liberdade (Psol). Mas em novembro de 2021, o parlamentar foi afastado do grupo por “infidelidade partidária e descompromisso com o programa do partido”.
Em uma nota divulgada à população de Itaeté, o diretor do Psol, Joaquim de Jesus afirma que o vereador passou a excluir o partido da sua atuação na Câmara dos Vereadores desde que foi eleito, em 2020, além de se aliar a membros da oposição.
“O vereador estava atuando na Câmara Municipal de Itaeté sem dialogar com os dirigentes do Psol. O partido tentou dialogar por meses e não foi possível. A decisão de afastá-lo veio após o vereador se aliar ao atual prefeito, Zenildo Matos, do partido ao qual o Psol não tem alinhamento político ideológico”, afirmou o dirigente.
Ainda de acordo a diretoria do Psol, caso seja provada a participação do vereador no crime contra o líder do MST, o acusado deve responder à Justiça.
“Tratou-se de um assassinato de um companheiro de luta do Movimento Sem Terra, e a Justiça precisa ser feita. Estamos tomando todas as medidas que podemos dentro do partido, mas agora a resposta cabe à direção nacional, porque do Psol da Bahia ele está afastado desde novembro de 2021”, destacou.
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