“Profundamente injustas”, diz presidente da Fifa sobre críticas à Copa do Mundo 2022

Presidente da Fifa, Gianni Infantino, discursa durante evento em Beverly Hills, na Califórnia
02/05/2022 REUTERS/David Swanson

Neste sábado (19), em coletiva de imprensa, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, fez um monólogo de uma hora contra as críticas do Ocidente às polêmicas do torneio.

Na véspera da abertura da Copa do Mundo de 2022 no Catar, Gianni Infantino pouco falou sobre futebol e concentrou sua atenção no que chamou de “hipocrisia” da crítica ocidental. Ele iniciou seu discurso falando aos jornalistas que sabia o que era ser discriminado, e disse que sofreu bullying quando criança por ter cabelos ruivos e sardas.

Durante a coletiva, ele passou muito tempo defendendo a decisão da Fifa, de 2010, de sediar a Copa do Mundo no Catar. Uma decisão controversa tomada quando ele não era o presidente do órgão. Apesar de admitir que as coisas não são perfeitas, Gianni disse que algumas críticas eram “profundamente injustas” e acusou o Ocidente de ter dois pesos e duas medidas.

“Hoje me sinto catari. Hoje me sinto árabe. Hoje me sinto africano. Hoje me sinto gay. Hoje me sinto deficiente. Hoje me sinto um trabalhador migrante”, disse o presidente da Fifa.

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