“A empresa responsável pelas provas foi o CEFET, e acreditamos na lisura do concurso”, diz presidente da comissão sobre concurso dos ACS em SAJ

A presidente da Comissão de Concurso Público, Ellen Dayana Santos, e a diretora dos Agentes Comunitários de Saúde do Município, Edinete Costa concederam entrevista à Andaiá FM na manhã desta segunda-feira (25) para esclarecer dúvidas sobre o processo de seleção dos candidatos.

A principal dúvida é sobre a exigência de que os candidatos aprovados residam na área de abrangência do seu posto de trabalho. Segundo a Ellen Dayana, as normativas seguem a lei federal 11.350/2006, que regulamenta a profissão de Agente Comunitário e essa é uma exigência para garantir que os profissionais estejam familiarizados com a realidade das comunidades onde atuam.

A presidente da bancada do concurso, Edinete Oliveira, explicou que a comissão responsável pelo processo está acompanhando todo o trâmite para garantir que não haja irregularidades.

“Essa exigência não foi criada pelos agentes comunitários de saúde de Santo Antônio de Jesus, nem pela prefeitura municipal, nem pela comissão. É lei federal”, disse.

Após a homologação do resultado final do concurso, prevista para o dia 4 de outubro, os candidatos aprovados e classificados serão convocados para um curso de capacitação. Após a conclusão do curso, a Secretaria Municipal de Saúde decidirá quantos candidatos serão nomeados.

Outra dúvida comum é sobre o comprovante de residência que os candidatos devem apresentar. De acordo com o edital do concurso, o comprovante deve ser emitido a partir de 31 de julho de 2023, data da publicação do edital.

A comissão responsável pelo concurso informou que, em casos de denúncia, poderá solicitar outros documentos para comprovar a residência do candidato.

Outro questionamento feito, por aqueles que realizaram as provas, e mesmo com pontuação suficiente não foram habilitados é sobre o critério de seleção. A este respeito a presidente da comissão disse que acompanhou todo o processo e que a suposição de ‘cartas marcadas’ é inverídica e que todo o processo ocorreu com lisura.

“A empresa responsável pelas provas foi o CEFET, e acreditamos que, por ser uma empresa séria, que realiza concursos públicos em todo o Brasil, não seria capaz de infiltrar alguém. Não existe concursos por outros meios”, informou.