Caso Paloma: advogado diz que ‘perícias comprovam a impossibilidade de seu cliente ter empurrado Paloma de veículo’

O Programa do Valente conversou com o Dr. Tatison Pizane advogado do empresário Cícero Leandro Silva Barreto acusado de tentar matar Paloma de Souza Ventura em maio de 2014, ao empurrá-la de um carro em movimento na cidade de Amargosa.

Imagem: reprodução

Durante sua participação no programa, Dr. Pizane disse que perícias comprovam a impossibilidade de seu cliente ter cometido o ato. “Pretendemos esclarecer a verdade dos fatos, uma vez que a mesma fora e vem sendo distorcida. No processo há duas reproduções simuladas do fato feitas pelo Departamento de Polícia Técnica do estado da Bahia, especialmente pelo Departamento de Polícia Técnica de Santo Antônio de Jesus, na pessoa do Dr. Lino e do Dr. Ricardo e em ambas o resultado foi o mesmo: não existe nenhuma possibilidade de Cícero Leandro ter empurrado a Paloma para fora do veículo”.

O advogado ainda completou afirmando que “não é Cícero quem nega os fatos, não é o advogado, nem a defesa de Cícero, e sim são as provas que constam nos autos de que Cícero não tinha nenhuma possibilidade de cometer esses delitos”.

Ao ser questionado sobre o que Cícero teria relatado sobre o dia do ocorrido, Dr. Pizane contou que eles estavam terminando uma relação amorosa quando Paloma teria se jogado do veículo.

“No dia ele estava dialogando com a Paloma, finalizando uma relação que existia entre o casal. Existia uma discussão sem nenhum tipo de violência, como vem sendo colocado pelos familiares, e não se sabe por qual motivo, ela, isso também consta na perícia, abriu a porta, só poderia ela ter aberto a porta, e se jogou do veículo, essa situação só ela poderia dizer, o motivo pelo qual assim ela procedeu”, narrou o bacharel.

Como resultado da queda, Paloma sofreu traumatismo craniano e ficou tetraplégica. O caso é considerado complexo, devido a duas reconstituições, diversas perícias e tentativas da defesa do empresário para depoimentos anulares, incluindo o da própria vítima.