Nascer no mercado digital é fácil, o difícil é sobreviver. A solução que muitas empresas arranjaram para se manter na internet – e em alguns casos até mesmo fazer fortuna – foi usar a publicidade: é caso do Google e Facebook. Mas o Business Insider publicou recente relatório revelando que outro modelo de negócio vem crescendo vertiginosamente: as assinaturas e acessos exclusivos para conteúdos pagos.
Este é o caso do grupo Match, responsável por apps como o Tinder, o Hulu (serviço de streaming semelhante ao Netflix, não disponível no Brasil) e o Spotify, cujos usuários podem acessar aos conteúdos básicos, mas somente os assinantes podem parar de ver/ouvir anúncios ou ter acesso a um conteúdo diferenciado.
A proporção entre usuários “free” e assinantes varia de empresa para empresa. O Spotify (serviço de streaming de músicas), por exemplo, anunciou recentemente que chegou à marca de 20 milhões de assinaturas e mais de 75 milhões de usuários, ao todo, o que representa aproximadamente 25% dos usuários. Já no caso do jornal The New York Times, por exemplo, apenas 3% dos usuários são assinantes.
Ainda segundo a pesquisa, o primeiro passo que a empresa deve tomar para aumentar o número de assinantes é identificar seu público mais fiel. O próximo passo é oferecer conteúdos ou serviços tentadores, quase “indispensáveis” a esses usuários, mas que só estejam disponíveis para assinantes. (Notícias ao Notícias)


