Fachin nega pedido da CPI e mantém sigilos de empresa ligada a Toffoli

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Além disso, a comissão parlamentar havia aprovado a quebra desses sigilos, mas a medida foi suspensa pelo ministro Gilmar Mendes. Diante disso, a CPI recorreu ao STF na tentativa de reverter a decisão e restabelecer o acesso às informações.

Ao analisar o caso, Fachin entendeu que não pode interferir em decisões individuais de outros ministros. Segundo ele, não há hierarquia entre os membros do STF, o que impede a revisão desse tipo de medida pela presidência da Corte.

O ministro destacou ainda que a função da presidência se limita à preservação das decisões colegiadas, e não à revisão de decisões monocráticas. Dessa forma, manteve a suspensão da quebra de sigilo determinada anteriormente.

A empresa Maridt Participações esteve envolvida na venda de participações no resort Tayayá. A negociação teve como comprador Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

Por fim, a decisão mantém o cenário atual do caso no âmbito do STF, enquanto a CPI segue sem acesso aos dados solicitados. O desdobramento depende de novos encaminhamentos jurídicos ou decisões futuras da Corte.