
“É uma das grandes prioridades do nosso governo combater a fome, assegurar a alimentação a quem mais precisa”. A afirmação é do coordenador do Programa Bahia Sem Fome, Tiago Pereira, em entrevista ao Blog do Valente. Nesta terça-feira (31), Santo Antônio de Jesus recebeu duas cozinhas comunitárias e solidárias para garantir que pessoas em situação de fome e de vulnerabilidade social possam ter cidadania e dignidade que vai além de um prato de comida.
Segundo o governo, em 2026 há uma prospecção orçamentária de R$ 100 milhões e convênios com 118 prefeituras, com 27 unidades gerenciadoras de cozinhas. O governo também destaca a parceria com entes federativos e com a sociedade civil para ampliar o alcance do sistema de segurança alimentar adotado na Bahia desde 2011.
“Nós temos assegurado a constituição de uma rede de cozinhas comunitárias, na parceria com prefeituras, na parceria com a sociedade civil, ampliando a distribuição de alimentação. Nós temos envolvido ações estruturantes de fortalecimento da cultura familiar, de acesso à água, de geração de trabalho, de renda, porque a gente entende que não é só o prato de comida, é muito mais do que isso. As pessoas querem cidadania, dignidade e, portanto, é um dos grandes legados do Bahia Sem Fome no estado da Bahia.”, afirmou o coordenador.
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Há predominância de famílias em situação de insegurança alimentar, mas os municípios contam com outras ações além das cozinhas, ao aderirem a um sistema de segurança alimentar. Antes do governo de Jerônimo Rodrigues, havia sete municípios no sistema CISAM. Atualmente, são 200.
É um sistema que trata do direito humano à alimentação e, segundo o governo, há ações de fortalecimento dos municípios com kits hortas, qualificação profissional, cozinhas comunitárias, distribuição de alimentos e recursos para agricultura familiar.
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