– Olá! Diógenes!
– Olá! Antonico! Tudo bem?
– Tudo.
– Então viva!
– Diógenes, o que faz você com essa lanterna à mão?!…
– Estou meu amigo Antonico, à procura de um homem!.
– Um homem?!…
– Sim, um verdadeiro homem!….
Em uma noite, eu encontrei o filósofo Diógenes, percorrendo os campos de Atenas, com a sua lanterna, à procura de um homem!.
– Mais Diógenes, você não encontrou esse homem na cidade? A ponto de vir até os campos, em uma noite dessas?!…
Ele, simplesmente, me respondeu:
– Meu caro Antonico, aqui em Atenas eu ainda não encontrei um verdadeiro homem, nem mesmo com ajuda da minha lanterna!…
– Você ainda vai continuar à procura desse… homem?!….
– Sim, sim!…
– Então, ate mais vê, Diógenes.
– Até mais vê, Antonico.
Passaram-se alguns dias e voltei a encontrar-me com o amigo Diógenes, desta feita pelas ruas de Atenas. Eu caminhava tranquilamente, quando em dado momento parei atônito:
– Mais Diógenes, o que faz você aí dentro desse tonel?!…
– Eu moro aqui!… Ele me respondeu tranqüilo.
– Você não tem família?!… Eu pensava que você…
– Não, não tenho. Não tenho porque gosto de viver aqui sobriomente e antes de tudo desprezo a riqueza, o conforto e as convenções sociais…
– E você vivendo assim, é feliz?…
– Claro, claro que sou!… A felicidade meu caro Antonico, eu consigo através de exercícios e trabalhos esforçados, que me liberta das paixões e dos amargos desenganos. Enfim, meu caro amigo, eu condeno as criações artificiais do homem: a família, a cidade… Eu sou e sempre serei, partidário de um Estado primitivo e natural…
– Muito bem Diógenes. Mas a sua lanterna está acesa em pleno dia, por quê?!…
– Porque ainda procuro o verdadeiro homem, desta feita pelas ruas de Atenas!…
– Meu caro Diógenes, diga-me uma coisa: que homem é esse que você tanto procura, com a sua lanterna acesa, quer seja dia; quer seja noite?… Eu não entendo realmente…
– Meu caro, esse homem que eu tanto procuro, dia após dia; noite após noite; é a própria imagem do meu desprezo pela humanidade viciosa e símbolo das convicções e ideais!…
– Agora eu entendi, Diógenes. Tá certo. Bem, agora eu me vou andando. Até mais vê, Diógenes.
– Até mais vê, Antonico.
– Olá! Diógenes!
– Olá! Antonico! Tudo bem?
– Tudo.
– Então viva!
– Diógenes, o que faz você com essa lanterna à mão?!…
– Estou meu amigo Antonico, à procura de um homem!.
– Um homem?!…
– Sim, um verdadeiro homem!….
Em uma noite, eu encontrei o filósofo Diógenes, percorrendo os campos de Atenas, com a sua lanterna, à procura de um homem!.
– Mais Diógenes, você não encontrou esse homem na cidade? A ponto de vir até os campos, em uma noite dessas?!…
Ele, simplesmente, me respondeu:
– Meu caro Antonico, aqui em Atenas eu ainda não encontrei um verdadeiro homem, nem mesmo com ajuda da minha lanterna!…
– Você ainda vai continuar à procura desse… homem?!….
– Sim, sim!…
– Então, ate mais vê, Diógenes.
– Até mais vê, Antonico.
Passaram-se alguns dias e voltei a encontrar-me com o amigo Diógenes, desta feita pelas ruas de Atenas. Eu caminhava tranquilamente, quando em dado momento parei atônito:
– Mais Diógenes, o que faz você aí dentro desse tonel?!…
– Eu moro aqui!… Ele me respondeu tranqüilo.
– Você não tem família?!… Eu pensava que você…
– Não, não tenho. Não tenho porque gosto de viver aqui sobriomente e antes de tudo desprezo a riqueza, o conforto e as convenções sociais…
– E você vivendo assim, é feliz?…
– Claro, claro que sou!… A felicidade meu caro Antonico, eu consigo através de exercícios e trabalhos esforçados, que me liberta das paixões e dos amargos desenganos. Enfim, meu caro amigo, eu condeno as criações artificiais do homem: a família, a cidade… Eu sou e sempre serei, partidário de um Estado primitivo e natural…
– Muito bem Diógenes. Mas a sua lanterna está acesa em pleno dia, por quê?!…
– Porque ainda procuro o verdadeiro homem, desta feita pelas ruas de Atenas!…
– Meu caro Diógenes, diga-me uma coisa: que homem é esse que você tanto procura, com a sua lanterna acesa, quer seja dia; quer seja noite?… Eu não entendo realmente…
– Meu caro, esse homem que eu tanto procuro, dia após dia; noite após noite; é a própria imagem do meu desprezo pela humanidade viciosa e símbolo das convicções e ideais!…
– Agora eu entendi, Diógenes. Tá certo. Bem, agora eu me vou andando. Até mais vê, Diógenes.
– Até mais vê, Antonico.




