Após a denúncia de uma cidadã, o coordenador do SAMU explica os critérios para atender um paciente, “depende muito do que é passado para o médico”

Após a denúncia de uma cidadã sobre a ausência do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) quando precisou para encaminhar sua avó ao hospital, o coordenador do SAMU, Moacir Figueredo explicou, ao Programa Levante a Voz na Rádio Andaiá FM, os critérios para solicitar a unidade. ?A gente sabe que regulação médica por telefone é difícil, então quanto mais o solicitante passar as informações para o médico com precisão é muito importante para deslocar aquela unidade?, disse. Segundo o coordenador, o uso do serviço do SAMU precisa ser com responsabilidade, pois atende casos de emergências, por isso a necessidade de passar as informações corretas e claras para o médico avaliar e atender o paciente. ?Às vezes essa unidade é solicitada para um caso com menos urgência e deixa de atender aqueles graves. O médico não recusa todos os casos, primeiro ele ouve as informações, avalia o caso e ver a necessidade de atender, até mesmo se uma pessoa passar mal após uma cirurgia por exemplo. Depende muito do que é passado para o médico. Por isso a comunidade precisa ter mais cuidado ao passar as informações?, esclareceu. Ele disse ainda que a Secretaria de Saúde possui algumas ambulâncias e agora toda a equipe estão se empenhando para adquirir duas unidades para fazer o transporte de pacientes. 

 

Jéssica Oliveira/Blog do Valente