Capitão Alden discute porte de arma para Guardas Municipais e demandas dos CACs com superintendente da PF em Salvador

Deputado federal se reuniu com Flávio Albergaria mesmo durante o recesso parlamentar e cobrou atenção à situação das GCMs baianas e à transição das competências dos CACs para a PF

Mesmo durante o recesso parlamentar, o deputado federal Capitão Alden (PL-BA) manteve sua agenda ativa. Na última quinta-feira (24), o parlamentar, que integra a Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados, participou de uma reunião com o superintendente da Polícia Federal na Bahia, delegado Flávio Albergaria, na sede da instituição em Salvador.

Durante o encontro, foram discutidas pautas relacionadas a dois segmentos distintos. O primeiro tema abordado foi a Instrução Normativa nº 310, que regula a concessão de porte de arma de fogo funcional para Guardas Civis Municipais (GCMs) por meio do Termo de Adesão e Compromisso (TAD) com a Polícia Federal.

Segundo Alden, a situação das GCMs na Bahia é preocupante. “Na Bahia, das 268 Guardas Civis Municipais, apenas 16 GCMs possuem armamento institucional em conformidade com o TAD junto à PF. Os municípios de Salvador, Feira de Santana, Lauro de Freitas, Ilhéus, Vitória da Conquista, Itabuna, Alagoinhas e Jacobina, por exemplo, não cumprem plenamente com essas exigências, e isso poderá implicar no cancelamento ou suspensão dos portes institucionais”, afirmou o deputado.

O segundo ponto da reunião tratou das demandas dos Caçadores, Atiradores e Colecionadores (CACs), que estiveram representados por uma comitiva formada por integrantes de instituições do segmento, clubes de tiro e profissionais da área. As principais reivindicações foram relativas à transição das atribuições de registro, controle e fiscalização dos CACs, que estão sendo migradas do Exército Brasileiro para a Polícia Federal.

“Agradeço ao superintendente da PF, o delegado Flávio Albergaria, que juntamente com sua equipe de técnicos prestou esclarecimentos importantes tanto para as demandas das GCMs quanto para os CACs”, declarou Capitão Alden.