
A tecnologia BodyScan voltou a ser fundamental para impedir a entrada de materiais proibidos no Conjunto Penal de Barreiras, nesta terça-feira (03). O equipamento de escaneamento corporal identificou alterações suspeitas em duas mulheres durante o procedimento de revista.
Após a detecção, as visitantes foram levadas ao Hospital do Oeste pela Coordenação de Segurança e Vigilância, com apoio da Polícia Militar. Exames confirmaram a presença de um objeto estranho no corpo de uma delas, mas não foi possível identificar de imediato o tipo de material.
O body scan é um equipamento de inspeção corporal que funciona por meio da emissão de baixas doses de raios-X. Essa tecnologia permite observar o que a pessoa revistada carrega consigo tanto fora do corpo — dentro das roupas ou por baixo delas — quanto dentro dele.
Assim, é possível identificar drogas, armas e outros objetos considerados ilícitos dentro de uma unidade prisional ou em qualquer outro ambiente protegido. O body scan trabalha com a geração de imagens do corpo em alta definição permitindo, de forma rápida e segura, que ao profissional que o opera averiguar se o inspecionado está portando objetos impróprios.
Durante a revista inicial, também foram apreendidos um iPhone 11, escondido em uma sacola, e quatro comprimidos, cuja substância será periciada. As revistas em visitantes mulheres foram realizadas por policiais penais femininas.
Após o atendimento médico, as duas mulheres foram encaminhadas para a Delegacia de Polícia de Barreiras, onde foi registrado o boletim de ocorrência.



