
O secretário de Relações Institucionais da Bahia, Adolpho Loyola, afirmou nesta sexta-feira (27) que as opiniões do senador Jaques Wagner e do ministro Rui Costa devem ser respeitadas na definição da chapa majoritária no estado. No entanto, segundo ele, a decisão sobre o nome do vice-governador será tomada exclusivamente pelo atual chefe do Executivo estadual.
De acordo com Loyola, Wagner e Rui são figuras de peso na política estadual e nacional, e suas posições serão consideradas no processo de articulação. Ainda assim, foi ressaltado que a palavra final caberá ao governador, responsável pela condução da formação da chapa.
Além disso, foi informado que o processo segue o calendário político-partidário. Por tradição, as definições costumam ocorrer no primeiro semestre, durante encontros estratégicos do partido, motivo pelo qual não há pressa para o anúncio.
Segundo o secretário, o momento é de intensas articulações e diálogo entre partidos aliados, em um cenário classificado como “jogo de nervos”. As negociações estariam sendo conduzidas com cautela, diante das diversas possibilidades políticas.
Ainda conforme explicado, o prazo até o dia 4 de abril, referente à janela de filiação partidária, é considerado uma etapa importante dentro das estratégias. Após esse período, novas conversas deverão ser ampliadas com outras siglas.
Loyola reforçou que o processo ocorre de forma reservada, com articulações sendo realizadas nos bastidores, enquanto os partidos continuam sendo consultados em busca de consenso.




