O tráfico de chifres que valem mais que ouro
“O atirador se aproxima do animal, contra o vento. Dispara. Quando o animal cai, outros dois caçadores aparecem, para extrair o chifre. Daí vamos ao nosso esconderijo e esperamos até anoitecer para caminhar até a fronteira.” O depoimento é de Eusébio, 27, que mora em uma das muitas aldeias moçambicanas próximas à fronteira com a … continue


