“Está sendo difícil”, diz Ronaldinho Gaúcho após completar 60 dias preso em hotel de luxo

Cumprindo prisão domiciliar no hotel de luxo Palmaroga, localizado em Assunção, capital do Paraguai, Ronaldinho Gaúcho completa nesta terça-feira, 9, dois meses de reclusão.

Preso desde março, após tentar entrar em território paraguaio utilizando passaportes falsos, o ex-jogador agradeceu o tratamento oferecido pelo hotel e disse temer a pandemia de Covid-19, em entrevista ao jornal espanhol Mundo Deportivo.

“Aqui no Palmaroga Hotel temos um tratamento excelente. Eles fazem de tudo para passar o tempo da maneira mais agradável possível. Já faz sessenta dias. As pessoas em suas casas devem imaginar como deve ser não fazer o que você está acostumado. Eu acho que isso é algo que permanecerá para sempre em todos nós depois de viver essa experiência complicada”, disse o Bruxo, como é chamado pelos fãs.

O craque também falou sobre o Barcelona, dono do hotel onde o ex-atleta está detido e sobre os torneios disputados durante o período que ficou preso na Complexo penitenciário Agrupación Especializada da Polícia Nacional, em Assunção.

“Eu sabia que o hotel pertence ao Grupo Barcelona. Definitivamente, eu e o Barcelona parecemos estar unidos. Será sempre minha segunda cidade e é o clube mais incrível do mundo”, contou. O futebol está em todo lugar. É único e um fenômeno global. Sempre abriu as portas para mim, mesmo em muitos momentos em que tudo parecia difícil ou até impossível”, completou o ex-jogador de 40 anos.

*Atarde