No Brasil, Conselho Federal de Medicina restringe uso medicinal de canabidiol; entenda

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Atualmente, 18 produtos a base de cannabis têm aprovação da Anvisa

Nesta terça-feira (11), o Conselho Federal de Medicina, por uma resolução, restringe o uso do canabidiol, substância extraída da planta Cannabis, conhecida como maconha. A resolução aponta que a substância deve ser usada pela medicina brasileira exclusivamente para o tratamento de epilepsias da criança e do adolescente refratárias às terapias convencionais na síndrome de Dravet e Lennox-Gastaut e no complexo de esclerose tuberosa. Médicos do Brasil estão proibidos de ministrar ou prescrever a substância para outras terapias.

A substância também tem sido utilizada de forma experimental em quadros como doenças de Parkinson, Alzheimer, distúrbios de ansiedade, do sono e do movimento.

O CFM alega que tomou a decisão porque a substância teve resultados negativos para as demais situações clínicas que ficaram de fora da autorização. Nesta sexta-feira (14), a Associação Pan-americana de Medicina Canabinoide divulgou uma nota afirmando que milhares de pacientes podem ficar sem amparo legal para continuar tratamentos eficazes para patologias que possuem. A entidade disse ainda que está em busca de informações jurídicas sobre a restrição.

 

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