
A fila de espera por benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social caiu para 1,831 milhão de requerimentos em junho, segundo dados divulgados nesta terça-feira (30) pelo órgão. O número representa o menor patamar desde setembro de 2024, quando havia 1,771 milhão de pedidos pendentes.
As informações foram apresentadas durante reunião do Conselho Nacional de Previdência Social.
De acordo com o INSS, a fila chegou ao maior nível da série recente em fevereiro deste ano, quando alcançou 3,128 milhões de requerimentos em análise. Desde então, o volume de pedidos pendentes vem apresentando redução gradual.
Há cerca de duas semanas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o governo pretende zerar, até setembro, a fila de requerimentos do INSS que aguardam análise há mais de 45 dias.
Segundo o Ministério da Previdência Social, dos 1,831 milhão de pedidos pendentes registrados em junho, 555 mil se enquadram nesse critério.
Medidas para acelerar a análise
Para reduzir o tempo de espera, o governo promoveu mudanças na gestão do INSS. Em abril, a servidora de carreira Ana Cristina Viana Silveira assumiu a presidência do instituto, substituindo Gilberto Waller.
Entre as medidas adotadas para agilizar a análise dos benefícios estão:
Priorização do programa de gerenciamento de benefícios;
Reforço na análise de pedidos de salário-maternidade;
Criação de grupos de trabalho;
Ampliação das vagas para avaliação social;
Realização de mutirões de atendimento;
Nomeação de 300 analistas do seguro social.



