Anvisa proíbe venda e uso de cosméticos irregulares; confira a lista dos produtos

Sede da Anvisa, em Brasília | Marcelo Camargo/Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a proibição da fabricação, comercialização, distribuição, divulgação e uso de diversos cosméticos comercializados de forma irregular no Brasil. As medidas foram publicadas nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União (DOU).

Segundo a Anvisa, os produtos apresentam irregularidades como ausência de registro sanitário, informações inconsistentes, fabricação por empresas sem autorização ou origem desconhecida. Em alguns casos, os fabricantes não puderam ser identificados.

Produtos proibidos pela Anvisa

Entre os itens que tiveram a comercialização e o uso proibidos estão:

Perfume Árabe Lattafa Asada 100nk Eau de Parfum Masculino – fabricante desconhecido;
Amazon Therapy Supreme Mask, produto alisante capilar – fabricante desconhecido;
Todos os produtos da Flora Amazônica Cosmética-ME (Célia Regina Pinto Mar – CNPJ: 17.636.980/0001-16);
Titanium 2 Escova Semidefinitiva, da marca Titanium Liss Hair Cosmetic;
Cúrcuma Longa Bio Tintura Livealoe, da Bio Cerrado Fitoterápico Produtos Naturais Indústria e Comércio Ltda.;
Pasta Modeladora Loca, da Luso Comércio e Indústria de Cosméticos Ltda-ME.

A Anvisa também proibiu diversos produtos fabricados pela Esplendor Indústria de Cosméticos Ltda., entre eles:

Shampoo Lovely Reparação Total Merli e Shampoo Lovely Manutenção da Cor Merli, por apresentarem fórmula diferente da autorizada;
Zero Dor – Diamond (todos os lotes), por falta de regularização sanitária;
Shampoo Reposição Carbono, Essenza Hair Diamond, Óleo Marrocos – Prime e BB Cream Keratina, devido a irregularidades na rotulagem.

Além das proibições, a Anvisa determinou a apreensão de todos os lotes do Profuse Nitrel Suavizante Balm.

De acordo com a agência, a empresa Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A., fabricante da versão original, informou que não reconhece a fabricação do produto apreendido. A companhia afirmou que o item vinha sendo comercializado por meio da plataforma Shopee, com rótulos e características diferentes do produto original, indicando tratar-se de uma falsificação.

A orientação da Anvisa é que consumidores interrompam imediatamente o uso dos produtos proibidos e adquiram cosméticos apenas de fabricantes regularizados e em estabelecimentos confiáveis.