Suspeito de matar principal testemunha do caso Paraíso Perdido é procurado pela polícia

Homem seria ouvido pela polícia no dia que foi morto. Homicídio ocorreu em distrito da cidade de Jaguaripe.
Leandro Troesch foi morto com um tiro na cabeça. A polícia a possibilidade de um homicídio após testemunha chave aparecer morta

Equipes da Polícia Civil estão a procura do suspeito de mata a principal testemunha do caso da morte do empresário Léo Troesch, da Pousada Paraíso Perdido.

Em entrevista ao Blog do Valente, o delegado responsável pelo inquérito, Dr. Rafael Magalhães disse que Marcel Vieira, encontrado morto no Distrito de Camassandi, em Jaguaripe, nesta segunda-feira (07), seria o homem de confiança do empresário e prestaria novo depoimento sobre o caso.

“Ele era considerado uma testemunha chave da morte do Leandro, pela proximidade que tinha com a vítima. Eu ouvi ele por duas horas, mas queria ouvir mais, porque sou bastante detalhista”, disse Rafael Magalhães ao radialista Léo Valente.

Segundo afirmou o delegado, Marcel  teria envolvimento com drogas e que uma mulher, que seria sua companheira, prestou depoimento e chegou a apontar uma pessoa como autora do crime e que está sendo procurada pela Polícia Civil.

“A gente investiga a relação do Marcel com tráfico de drogas e não descarta que a morte dele tenha sido causada por isso, mas também não deixamos de investigar a possibilidade de queima de arquivo. Ele seria ouvido pela gente mais uma vez sobre a morte do Leandro e era considerado uma das testemunhas chaves”, acrescentou.

A causa da morte de Leandro Silva Troesch é considerada como “a esclarecer”. O delegado informou que pretendia intimar Shirley para ser ouvida mais uma vez no último sábado, mas ela não foi encontrada na casa onde morava.

“A polícia investiga a possibilidade de um suicídio, mas a morte do Marcel e a fuga dela foram muito estranhas. Já podemos considerar ela como uma das possíveis suspeitas”, contou Rafael Magalhães.

Por cumprir prisão domiciliar devido ao crime de extorsão mediante sequestro, a esposa de Leandro não poderia deixar o local. O delegado Rafael Magalhães pediu a prisão preventiva da viúva do empresário, que foi expedida pelo juiz Almir Pereira, da Vara Criminal, por quebra de medida cautelar.

Com isso, conforme o delegado, Shirley é considerada foragida da polícia.