Um homem identificado como José Fernando Almeida de Oliveira, de 49 anos, foi assassinado com sete facadas na manhã do último sábado (05), dentro de uma residência na Rua Vamp, no bairro Gabriela, em Feira de Santana. O crime teria sido motivado por uma dívida de R$ 105. Um suspeito, possivelmente vizinho da vítima, foi preso cerca de 12 horas após o crime.

Segundo o Jornal Zero75, José Fernando trabalhava como carroceiro e reciclador. Policiais da 66ª CIPM prenderam o suspeito no distrito de Ipuaçu, por volta das 15h45.
Em entrevista ao Acorda Cidade, a delegada Klaudine Passos, coordenadora regional adjunta da 1ª Coorpin, informou que a vítima havia consumido bebida alcoólica na noite anterior com o vizinho, que mais tarde seria identificado como o autor do homicídio. Teriam sido ingeridas pelo menos quatro bombinhas de cachaça.
- Carreta roda na pista e provoca longo congestionamento na BR-324 nesta sexta-feira (5)
- Galpão usado na fabricação clandestina de cigarros é fechado pela polícia em Feira de Santana
- Alimentos estragados, água suja e infestação de pulgas: veja como viviam cães em situação de abandono em Feira de Santana
O suspeito confessou o crime, alegando que matou José Fernando após cobrar a dívida e ser debochado. Ele teria perseguido a vítima até sua casa, desferido uma facada na nuca, seguido de outras cinco, e por fim decapitado a vítima.
“A PM logrou êxito em alcançar o autor, o qual confessa que matou a vítima por conta de R$105, dinheiro que ele recebe de provento de aposentadoria, já que ele é acometido de doença mental e costuma emprestar dinheiro. Já fazia algum tempo que a vítima estava devendo. Ao cobrar, a vítima debochou dele. Então ele perseguiu a vítima até sua residência, deu uma facada na nuca e, em seguida, desferiu outras cinco facadas e depois, não se dando por satisfeito, ele arrancou a cabeça da vítima na região do pescoço”, relatou a delegada.
Após o crime, o autor levou a cabeça da vítima até a casa de um vizinho, na mesma rua. Um segundo homem, também envolvido, ainda não foi localizado. O suspeito afirmou ter enrolado a cabeça da vítima em sua própria camisa e ateado fogo nas roupas para eliminar provas.
A equipe do Departamento de Polícia Técnica (DPT) precisou retornar ao local para recolher a cabeça. O delegado Glauco Vasconcelos acompanhou o procedimento.




