
O casal de brasileiros identificado nesta terça-feira (30) com a variante ômicron do coronavírus entrou no Brasil sem certificado de vacinação contra a covid-19. A medida não é obrigatória no país. A informação foi confirmada pela Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo.
Os 2 cidadãos chegaram ao Aeroporto de Guarulhos em 23 de novembro. Tiveram diagnostico positivo para doença em 25 de novembro, mas o sequenciamento genético para descoberta da variante só ficou pronto na tarde desta 3ª feira (30.nov).
- Carta dos EUA revela exigências envolvendo China, tecnologia e comércio para reduzir tarifaço contra o Brasil
- Bets retiraram R$ 143,8 bilhões do comércio brasileiro entre 2023 e 2025, aponta CNC
- Polícia reclassifica morte de bebê no Ceará após perícia descartar abuso sexual e apontar morte por asfixia
O casal está em isolamento domiciliar, passa bem e não apresenta sintomas da doença. Equipes da Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo estão no local para acompanhamento e rastreamento de contatos.
Na contramão de diversos países, o Brasil não cobra certificado de vacinação para entrada de estrangeiros. A Anvisa notificou o Ministério da Saúde e as Secretarias de Saúde estadual e municipal de São Paulo sobre os casos.
Dessa forma, os órgãos podem tomar as medidas necessárias para evitar a propagação da nova variante. O Cievs (Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde) deve monitorar os casos da cepa no país.
A OMS (Organização Mundial da Saúde) afirmou na segunda-feira (29) que a ômicron representa um risco muito alto para todos os países. Alertou para a possibilidade de futuros picos de covid-19. Segundo a organização, há mutações na variante que podem conferir capacidade de escapar da resposta imune ao vírus e ser mais transmissível.
Na África do Sul, apenas 29% da população tomou pelo menos uma dose da vacina, enquanto 24% estão com o ciclo de imunização completo.
*Poder360


