Com sucessos sobre facada, vírus e vícios, Tierry faz ‘pré-sal da poesia’

 

 

O melô do momento começa com um sax romântico. Numa pegada que mistura arrocha e sertanejo, o personagem implora para que uma tal de Rita volte. No refrão, o ápice da sofrência: “Volta, desgramada / Volta, Rita, que eu perdoo a facada / Oh Rita, não me deixa / Volta, Rita, que eu retiro a queixa”. Em plena pandemia, “Rita” se tornou uma música de alto contágio. Não sai das rádios e está entre as músicas mais ouvidas em streaming. O temperamento agressivo da personagem também emplacou nas redes sociais, onde o brasileiro parece exorcizar suas desgraças com memes.

Fonte: A Tarde




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