Conheça os baianos já aprovados nas ‘Audições às Cegas’ da 10ª edição do The Voice Brasil

Conheça os baianos já aprovados nas 'Audições às Cegas' da 10ª edição do The Voice Brasil
Foto: reprodução

O ‘The Voice Brasil’ está na sua 10ª edição e os baianos já começaram com força total! Até o momento, sete participantes já garantiram vaga na próxima fase da disputa. Nesta quinta-feira (4) será realizada a última audição às cegas e os times dos jurados Carlinhos Brown, Claudia Leitte, IZA, Lulu Santos e Michel Teló serão fechados.

Pra quem é sua torcida? Conheça um pouco mais dos baianos já aprovados!

Jamily Diwlay, 26 anos – Salvador/BA
A família da baiana é musical: pai, mãe, avós e tios cantavam na igreja, e seu irmão é baterista. Com três anos, Jamily começou a cantar. Fez aulas, seguiu para as primeiras apresentações em público e chegou a reunir seis mil pessoas assistindo ao seu show em um evento evangélico, ainda criança. Em 2012, com 17 anos, começou a cantar em casamentos, bares, teatros e casas de show. Em 2017, se apresentou com Sandra de Sá e, a partir daí, se consolidou como cantora. Com a pandemia, precisou dar uma pausa nas apresentações e passou a se dedicar à produção de vídeos musicais para as redes sociais. Também é monitora do Coro Juvenil do Neojiba. Cantando “Redemption Song”, de Bob Marley, ela passou a integrar o Time Lulu.

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Foto: Victor Pollak/Gshow

Eulá, 30 anos – Vitória da Conquista/Ba;
A baiana começou a cantar ainda criança, influenciada pela mãe, que cantava na igreja e em casamentos. Aos nove anos, passou a acompanhá-la nas apresentações. Com o tempo, o que era um hobby de final de semana acabou se tornando profissão. Aos 12, Eulá começou a se apresentar em eventos e cerimônias matrimoniais. Aos 21, mudou-se para Teixeira de Freitas, acompanhando a família, e ficou um tempo afastada dos palcos. Já em Anápolis, oito meses depois, voltou a fazer shows em bares e pubs. Também por lá começou a faculdade de Farmácia. Sua condição visual (retinose pigmentar) foi fator determinante para que ela decidisse abandonar o curso e focar na música, que há cinco anos é sua única profissão. Cantando “Céu Azul”, de Charlie Brown Jr, ela virou todas as cadeiras e escolheu o Time Lulu.

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Foto: Victor Pollak/Gshow

Noug, 24 anos – Salvador/BA
Noug é cantor e compositor. Já teve músicas de sua autoria gravadas por artistas como Luan Santana e Zé Felipe. Começou a cantar aos nove anos, e sempre teve a música muito presente em encontros familiares e karaokês. Aos 14 anos, decidiu fazer um teste que viu na internet para ser vocalista de uma banda. Deu certo e, durante dois anos, ele cantou pagode e samba na Meninos do Play. Com 16 anos, resolveu seguir carreira solo e passou a se apresentar em bares de Salvador. Aos 19, foi convidado para fazer backing vocal de nomes como Netinho, Cheiro de Amor, Chicabanana e Babado Novo. Ao som do pagode “Deixa Tudo Como Tá”, de Thiaguinho, ele conquistou os técnicos Brown, Claudia e IZA, e decidiu entrar no Time Claudia.

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Foto: Victor Pollak/Gshow

Nêgamanda, 31 anos – Itabuna/BA
Natural de Itabuna, há 11 anos Nêgamanda mora em Niterói, no Rio de Janeiro. Quando criança, preferia ouvir música no rádio a desenhar. Fazia aulas de ballet e, ao chegar em casa, colocava os CDs de música clássica para ouvir e tentar imitar as notas. Certa vez, disse aos pais que queria ser cantora, cantou um trecho de “Ave Maria” para comprovar seu talento e os convenceu a levá-la para cantar em um coral da igreja. Aos 15 anos, trabalhou como jovem aprendiz em uma faculdade onde conheceu alguns artistas. Foi convidada por um deles para viajar cantando e percorreu o sul da Bahia fazendo apresentações em barzinhos. De volta a sua cidade, passou a se apresentar em bares da região e ganhou o primeiro festival de música de que participou. Em 2014, formou a Banda Devir, que participou do ‘SuperStar’ do ano seguinte e ficou em quarto lugar. Também tentou entrar na segunda temporada do ‘The Voice Brasil’, mas não foi aprovada. Nas audições deste ano, com “Killing Me Softly With His Song”, de Fugees, ela virou as cadeiras de todos os técnicos e escolheu entrar no Time Brown.

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Foto: Gshow/Isabela Pinheiro

Dielle Anjos, 21 anos – Guanambi/BA
Aos cinco anos, Dielle já cantava na igreja. Ficou na igreja até os 13, quando conheceu um amigo de seu tio, que trabalhava em uma banda de forró para a qual começou a fazer backing vocal. Aos 15, entrou para outra banda onde ficou durante um ano. Desde então, se apresenta sozinha em bares e, esporadicamente, fazendo backing vocals com uma banda que faz shows de São João em sua cidade. É grande fã de artistas como Maiara e Maraísa, Marília Mendonça e Simone e Simaria. Recentemente, tem gravado vídeos cantando para as redes sociais, e músicas internacionais, sertanejo e forró entram em seu repertório. Também gosta de funk e pagodão baiano. Dielle cantou “Nem Tchum”, de Maiara e Maraísa, na sua audição e entrou para o Time Claudia.

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Foto: Victor Pollak/Gshow

Danilo Moreno, 31 anos – Salvador/BA
O baiano vem de uma família de músicos e vive profissionalmente da música há 17 anos. Conta que sempre soube que viveria da carreira artística. Aos 12 anos, já fazia backing vocal para a mãe, que é cantora, e ficou durante três anos em sua banda. Já gravou três DVD’s como backing vocal do Harmonia do Samba. Também compositor, tem músicas gravadas por artistas como o próprio Harmonia, Banda Filhos de Jorge e Michael Siston. Com o grupo musical que integra atuatualmente, tem clipe e músicas publicadas via streaming. Desde o ano passado, também passou a investir mais na carreira solo. Com uma interpretação de “Muito Estranho (Cuida Bem de Mim)”, de Dalto, ele virou as cadeiras de Brown, Claudia e Lulu, e foi para o Time Cláudia.

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Foto: Victor Pollak/Gshow
 

 

Thór Junior, 37 anos – Salvador/BA
Thór começou a cantar na igreja. Aos 11 anos, já era grande fã de Elvis Presley. Sua primeira apresentação em um casamento, aos 14 anos, chamou a atenção dos convidados e também despertou seu desejo de seguir profissionalmente na música. Com 18 anos, ingressou na faculdade de Canto Lírico, mas antes de concluir resolveu ir para São Paulo fazer Teatro. De volta a Salvador, foi indicado para cantar como backing vocal de grandes artistas, como Harmonia do Samba, Timbalada, Jammil e Uma Noites e Babado Novo, gravou alguns singles e começou a ter contato com o teatro musical. Integrou o elenco de espetáculos como “A cor púrpura” e “Sunset Boulevard”. Durante a pandemia, tem feito lives cantando. Ao som de “Leave The Door Open”, de Silk Sonic, ele entrou para o Time Brown.

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Foto: Victor Pollak/Gshow
Fonte: ibahia; TV Globo e GShow