Uma situação pra lá de inusitada ocorreu em uma missa de ação de Graças aos 23 anos de uma organização que auxilia dependentes químicos em Teresina, no Piauí, no último 26 de junho. Uma senhora reconheceu o artesão Geraldo Humberto de Carvalho, durante as celebrações. Ele tinha sido considerado morto uma semana antes pela própria família.

Geraldo que é dependente químico, encontrou apoio para superar a dependência na comunidade terapêutica Fazenda da Paz, onde está há três meses, mas perdeu o contato com sua família que o deu como morto. Os familiares chegaram ir no Instituto Médico Legal (IML) reconhecer o corpo, que parecia com o parente desaparecido. Ele acabou sendo velado e enterrado como se estivesse morto.
Agora a família junto com o IML e à Secretaria de Segurança, vai regularizar a documentação dele nos cartórios para ressuscitá-lo juridicamente. Geraldo já voltou a trabalhar como artesão e a família o está ajudando.



