Centros de Referência retomam atendimentos presenciais a partir de setembro

Diagnóstico laboratorial de casos suspeitos do novo coronavírus (2019-nCoV), realizado pelo Laboratório de Vírus Respiratório e do Sarampo do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), que atua como Centro de Referência Nacional em Vírus Respiratórios para o Ministério da Saúde
Os Centros de Referência do Estado da Bahia retomarão, gradativamente, os atendimentos presenciais, cerca de cinco meses após a suspensão em virtude da pandemia de coronavírus. Durante o período, todos os atendimentos estavam acontecendo à distância, via teleconsulta.
“Durante a pandemia, nós tivemos que suspender o atendimento presencial nos Centros Estaduais de Referência, tanto em Salvador quanto em cidades do interior. Agora, que enfrentamos um momento de desaceleração no crescimento da pandemia, estamos reativando os Centros de Referência”, pontua o secretário da Saúde do Estado da Bahia, Fábio Vilas-Boas.
A proposta envolve todas as unidades (Cepred, Creasi, Cedap e Cedeba), e algumas adequações já estão sendo executadas neste mês de agosto. A partir de setembro, 30% dos atendimentos serão realizados presencialmente e 70% via teleconsulta. Já em outubro, o percentual aumenta para 50% presencial e 50% teleconsulta.
“Para a retomada gradativa das atividades dos Centros de Referência, fizemos um novo treinamento de todos os profissionais, além do redimensionamento desde a sala de espera, com espaçamento entre as cadeiras, até os agendamentos, no sentido de continuar ofertando teleconsultas e atendimentos presenciais”, explica a subsecretária estadual da Saúde, Tereza Paim.
Todas as consultas, presenciais ou por teleatendimento, acontecerão com hora marcada. “Durante as marcações, serão realizados inquéritos epidemiológicos para averiguar a possível necessidade de atendimento presencial”, acrescenta a subsecretária.

Todos os servidores estaduais que estavam cedidos a hospitais de referência Covid-19, retornaram aos Centros, a fim de retomar as atividades que foram paralisadas. Nas unidades, o número de pessoas será reduzido, os profissionais atuarão com EPIs apropriados para atendimento clínico e os pacientes serão direcionados a seguir as medidas de prevenção contra infecção por Covid-19.