A mais recente vítima do Sleeping Giants

 

Foto: reprodução

A campanha de intimidação na internet “Desmonetiza Jovem Pan“, do Sleeping Giants, conseguiu tirar 24 anunciantes da emissora. No Twitter, o grupo celebrou o feito. Entre as empresas que viraram as costas para a rádio que virou TV, estão o banco Safra, a montadora Caoa Chery, a agência de viagens 123 Milhas, a rede de fast-food Burger King e a marca de esmaltes Risqué.

Segundo informações da Revista Oeste, nas redes sociais, o Sleeping Giants continua incitando empresas parceiras da Jovem Pan a cancelarem contratos de publicidade. Um dos motivos alegados pelo ajuntamento de esquerda é que a emissora apoia “atos terroristas”, em alusão aos protestos realizados na Praça dos Três Poderes, no domingo 8.

A Jovem Pan não é a única a se tornar alvo dos extremistas. Em julho de 2021, o Sleeping Giants mobilizou cerca de 200 empresas a tomarem medidas contra supostos ataques homofóbicos do apresentador Sikêra Jr., na RedeTV!. A lista de patrocinadores que retiraram a verba do programa incluiu BMW, Ford, Tim, Samsung e Caixa Econômica Federal.

Em novembro de 2020, o movimento de esquerda apontou anunciantes do jornal Gazeta do Povo, para asfixiar a publicação. Além disso, o Sleeping Giants fez parte de uma campanha na internet pela demissão do jornalista Rodrigo Constantino, colunista da Gazeta e da Revista Oeste.

O método do Sleeping Giants funciona principalmente nas redes sociais. Os administradores do movimento “marcam” o perfil das empresas e pedem que deixem de anunciar no veículo até ter sua demanda atendida. Os anunciantes cedem, ao pensar que podem estar à beira de uma crise de imagem.

 

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