
A cúpula do Democratas admite que pode negociar com o presidenciável Ciro Gomes (PDT) sobre a lei do teto de gastos, que congela as despesas do governo federal, com cifras corrigidas pela inflação, por até 20 anos.
O pedetista já disse que, se for eleito, pretende revogar a legislação. Segundo a colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo, os democratas acreditam que pode-se chegar a um meio termo, com a exclusão, por exemplo, dos investimentos públicos do limite de gastos.
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Presidente nacional do partido, o prefeito de Salvador ACM Neto afirmou que a sigla vai definir até o dia 20 de julho sobre quem apoiar na corrida eleitoral. A agremiação está dividida entre Ciro, Geraldo Alckmin (PSDB) e Álvaro Dias (Podemos). O pedetista tem levado vantagem.
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