
O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes negou ontem (20) o pedido para soltar o ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (MDB), preso desde novembro de 2016 em função dos desdobramentos da Operação Lava Jato.
No pedido, a defesa do emedebista requer extensão do habeas corpus concedido ao ex-secretário de Obras do Estado Hudson Braga, que, em maio, teve a prisão substituída por medidas cautelares, como proibição de manter contato com outros investigados e de deixar o país, além de recolhimento noturno e nos fins de semana.
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Os advogados também pediram a transferência dele para uma Sala de Estado Maior, porque o benefício teria sido garantido em outras instâncias ao ex-presidente Lula (PT) e ao ex-governador de Minas Eduardo Azeredo (PSDB), que também estão encarcerados.
Na decisão, Mendes entendeu que Cabral não pode ser libertado por sua “eventual posição do requerente como líder da organização criminosa” que desviava recursos do governo do Rio.
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