
O TSE negou o direito de resposta para Jair Bolsonaro que se sentiu atingido por um filme da campanha de Geraldo Alckmin em que é retratado como alguém que tem conduta agressiva em relação às mulheres. Bolsonaro queria também que a peça não fosse mais veiculada.
Trata-se do vídeo, veiculado cinco vezes na TV, em que Bolsonaro aparece chamando a deputada Maria do Rosario de “vagabunda” e uma repórter de “idiota”. Nele, um locutor pergunta:
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- Prefeito de Milagres destaca investimentos de Jerônimo nos municípios: “compromisso”
— Você gostaria de ter um presidente que trata as mulheres como o Bolsonaro trata?
Bolsonaro argumentou na representação que a peça tucana tinha “o intuito de macular (su)a honra, utilizando-se de montagem e trucagem, divulgando sua imagem e fala em contexto totalmente desconectado da realidade dos fatos ocorridos”.
Em sua decisão, o juiz Sergio Banhos, do TSE, afirma que o “direito de crítica é próprio da liberdade de expressão”.
E reforça:
— Referências a fatos públicos e notórios, amplamente divulgados nos meio de comunicação social, não possuem caráter ofensivo a ensejar a concessão de direito de resposta.
Fonte: O Globo




