Uma crise política abala o Partido Liberal (PL) na Bahia, após denúncias de proximidade entre líderes municipais do partido e siglas de esquerda, como o PT. A situação se agravou quando o presidente do PL na Bahia, João Roma, reafirmou a proibição de alianças com PV, PT, PSol e PCdoB, enfatizando que os diretórios municipais que desrespeitarem essa norma serão destituídos.

A controvérsia ganhou mais visibilidade depois que o deputado Capitão Alden usou suas redes sociais para denunciar uma confraternização entre líderes do PL de Una e representantes de partidos de esquerda. A denúncia aumentou a pressão sobre a liderança estadual para tomar medidas enérgicas e reforçar a política de isolamento em relação às siglas adversárias.
A determinação de Roma tem como objetivo evitar qualquer associação que possa comprometer a identidade e os valores do PL na Bahia, mantendo uma postura rígida contra quaisquer alianças que contrariem as diretrizes estabelecidas.
Como resultado, João Roma intensificou o discurso de vigilância e controle sobre as ações dos diretórios municipais, ressaltando que a coesão ideológica é fundamental para a integridade do partido.



