
Um policial militar salvou uma criança que estava desacordada e sem conseguir respirar na Rua Sóter Barros na tarde deste sábado (05).
Segundo informações da 2ª CIPM, achegar em um cruzamento na localidade, a guarnição observou um grupo de pessoas acenado em pedido de socorro, e ao se aproximar encontrou a criança desacordada nos braços da mãe.
Ainda conforme a PM, uma pessoa já havia realizado a manobra de Heimlich no menor, no entanto a criança não reagia, então foi feito a respiração boca a boca e assim a criança foi reanimada. De imediato a criança foi encaminhada a emergência do Hospital Regional, onde foi medicada e passa bem.
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Conheça um pouco mais sobre a manobra de Heimlich e saiba como proceder:
Em situações de engasgos, a manobra de Heimlich é uma técnica de primeiros socorros utilizada em casos de emergência por asfixia e que pode ser realizada por qualquer pessoa, bastando que siga corretamente as orientações.
“A manobra de Heimlich acontece de formas diferentes em bebês e em crianças maiores de um ou dois anos. No bebê, devemos colocá-lo de bruços, deitado em cima do nosso antebraço e com a cabeça virada para baixo. Então, com bebê com as costas retas e, segurando com firmeza, devemos dar cinco tapas no meio das costas e entre os ombros, não muito fortes, mas com impacto suficiente para que o objeto saia”, explica a médica.
Se o engasgo persistir, o bebê deve ser virado de barriga para cima, sob o outro antebraço, pressionando cinco vezes com os dois dedos indicadores no meio do peito do bebê, entre os dois mamilos. Caso chore, vomite ou tussa é sinal que conseguiu desengasgar. Se continuar engasgado, repetir desde o início o procedimento até que o bebê desengasgue.
“Já em uma criança acima de dois anos, devemos nos posicionar atrás dela, sendo que ela fica de pé e nós ajoelhados. Então, com a criança de costas, abraçaremos até que uma de nossas mãos esteja fechada na altura do estômago e a outra mão estará aberta, apoiada sobre essa mão fechada. Então, devemos pressionar com força moderada a barriga da criança para dentro e para cima ao mesmo tempo”, completa a especialista do Hospital Paulista.
É importante também ficar atento a alguns objetos como pilhas ou baterias, por exemplo, que podem, após algumas horas, liberar substâncias tóxicas. Com informações Hospital Paulista




