Caso Paraíso Perdido: entenda como foi a prisão de Shirley, viúva de Léo Troesh

Shirley estava foragida desde a morte do marido, o empresário Léo Troesch e, segundo a Polícia Civil, foi encontrada na zona rural de Iaçu

Caso Paraíso Perdido: entenda como foi a prisão de Shirley, viúva de Léo Troesh

Policiais da 4ª Coorpin, em Santo Antônio de Jesus, participaram da prisão de Shirley Figueredo, viúva do empresário Léo Troesh, da Pousada Paraíso Perdido, na cidade de Jaguaripe.

Shirley Figueredo foi localizada escondida em uma fazenda na cidade de Iaçu, nesta segunda-feira (09).

Shirley teve a prisão decretada pela justiça, após a morte, ainda não esclarecida, do empresário, com quem era casada.

Segundo informações, Shirley teria descumprido uma medida cautelar ao se ausentar da pousada, sua atual residência. Shirley cumpre prisão domiciliar no processo do crime de sequestro ocorrido em 2001.

 

Em entrevista ao Programa Levante a Voz, da Andaiá FM, o coordenador da 4ª Coorpin, delegado Joaquim Pereira disse que a prisão da investigada vai ajudar a esclarecer as circunstâncias da morte do empresário. Ela também participará da reconstituição que ocorrerá na pousada ainda no mês de maio.

“O cumprimento do mandato foi em decorrência da quebra da condicional, expedido da vara de Salvador. Através de investigações, policias puderam localiza-la na região de Iaçu. Obtivemos êxito nessa prisão e a partir de agora as investigações darão continuidade, como a reconstituição da cena do crime, onde a presença da Shirley é fundamental”, explicou ao radialista Léo Valente.

Conforme o delegado Joaquim Pereira, Shirley foi encaminhada a Depin, na capital baiana onde ficará detida. Ainda de acordo o delegado, a investigada reafirmou sua inocência.

 

Joaquim Pereira falou sobre os fatos que levaram a localização de Shirley Figueredo, explicando que o trabalho conjunto das Coorpins e dos agente da Polícia Civil, imbuídos a solucionar o caso, além de denúncias anônimas apontando onde ela poderia estar, rastreamento de ligações e contas bancárias foram cruciais para o desfecho e prisão da investigada.

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