
O vereador Altemir, de Santo Antônio de Jesus, fez acusações na primeira sessão da Câmara deste ano contra o vereador Délcio Mascarenhas. Segundo Altemir, Délcio utilizou de forma indevida verbas da Câmara de Vereadores de Santo Antônio de Jesus, ao fazer viagem de bem próprio, argumentando que seria para o bem comum.
Em entrevista ao Blog do Valente, o vereador Altemir esclareceu que decidiu investigar a situação começou quando Délcio o acusou de participar de “sistema” no ano passado.
Altemir negou qualquer relação com algum sistema indevido, e disse que ao investigar Délcio Mascarenhas, descobriu algumas inconsistências no que se refere a passagens pagas com recursos públicos que foram utilizadas para benefício próprio.
- Júri absolve acusado de matar homem em emboscada na zona rural de Santo Antônio de Jesus
- Neoenergia Coelba esclarece que selo em medidores com QR Code é oficial e orienta consumidores
- Prefeitura afirma que prestou contas, nega irregularidades e anuncia apuração interna após MPF abrir inquérito sobre PNAE em SAJ
“O vereador Délcio Mascarenhas teria ido com alguns vereadores pra 20ª Marcha de Vereadores em Brasília, de 24 a 29 de de abril, e que na verdade o Vereador Délcio Mascarenhas não participou”, disse Altemir.
O verador explicou que o objetivo da viagem seria a marcha em Brasília, mas que Délcio teria ido para outro destino quando chegou em Brasília.
“Ele aproveitou essa viagem da marcha e no mesmo dia que ele chegou em Brasília ele viajou para Manaus. Então ele usou o recurso público para viajar, para bem próprio. E foi Manaus visitar familiares”, explica sua denúncia, o vereador.
Ainda em entrevista, Altemir cobra de Délcio postura quanto a sua atuação na Câmara, e a devolução dos recursos utilizados em benefício próprio.
“Ele tem que saber que ele tem que devolver o dinheiro que ele usou indevidamente em sua viagem pra Manaus, que ele não viajou para Brasília pra participar da marcha”, ressalta.
Altemir apresentou documentos impressos do Diário Oficial da Câmara, e sugeriu.
“Quero que ele prove. O documento está aqui a mão. Ele me diga me diga que esse documento é falso. Esse documento é da Câmara aqui e do Tribunal de Contas”, completou.


