Lula elogia urnas eletrônicas e diz que levaria equipamento para “dar aula” a Trump

Presidente destacou rapidez da apuração brasileira e questionou por que o modelo ainda não foi adotado por outros países

Foto: Ricardo Stuckert / PR

Durante uma entrevista coletiva após a cúpula do G7, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a defender o sistema eleitoral brasileiro e destacou a rapidez da apuração realizada por meio das urnas eletrônicas.

Em tom descontraído, Lula criticou o modelo de votação dos Estados Unidos e afirmou que levaria uma urna eletrônica para mostrar ao presidente norte-americano como funciona o sistema brasileiro.

A declaração ocorreu durante uma conversa informal com o primeiro-ministro da Alemanha, Friedrich Merz, e com a diretora-geral do Fundo Monetário Internacional, Kristalina Georgieva.

Ao comentar a eficiência do processo eleitoral brasileiro, Lula destacou a velocidade da totalização dos votos.

“A eleição no Brasil é muito rápida. A eleição termina às 17h e, às 19h, já temos os resultados de 160 milhões de votos. Eu não sei por que a ONU não aposta no sistema eletrônico como orientação aos outros países”, afirmou.

O presidente aproveitou a ocasião para defender a confiabilidade tecnológica das urnas eletrônicas, frequentemente alvo de críticas por parte de setores da oposição nos últimos anos. A fala ocorreu em meio a debates internacionais sobre modernização e segurança dos sistemas eleitorais.