
Durante uma entrevista coletiva após a cúpula do G7, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a defender o sistema eleitoral brasileiro e destacou a rapidez da apuração realizada por meio das urnas eletrônicas.
Em tom descontraído, Lula criticou o modelo de votação dos Estados Unidos e afirmou que levaria uma urna eletrônica para mostrar ao presidente norte-americano como funciona o sistema brasileiro.
A declaração ocorreu durante uma conversa informal com o primeiro-ministro da Alemanha, Friedrich Merz, e com a diretora-geral do Fundo Monetário Internacional, Kristalina Georgieva.
Ao comentar a eficiência do processo eleitoral brasileiro, Lula destacou a velocidade da totalização dos votos.
“A eleição no Brasil é muito rápida. A eleição termina às 17h e, às 19h, já temos os resultados de 160 milhões de votos. Eu não sei por que a ONU não aposta no sistema eletrônico como orientação aos outros países”, afirmou.
O presidente aproveitou a ocasião para defender a confiabilidade tecnológica das urnas eletrônicas, frequentemente alvo de críticas por parte de setores da oposição nos últimos anos. A fala ocorreu em meio a debates internacionais sobre modernização e segurança dos sistemas eleitorais.





