
O pré-candidato à Presidência da República Renan Santos, presidente nacional do Partido Missão, terá de condensar seu plano de governo antes de apresentá-lo oficialmente ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O documento, com 360 páginas, excede o limite aceito pelo sistema utilizado pela Justiça Eleitoral para o registro de candidaturas.
A necessidade de reduzir o material foi comentada pelo próprio Renan nas redes sociais, em tom bem-humorado.
“Peço desculpas ao TSE, o plano era grande demais.”
Conhecido por ter fundado o Movimento Brasil Livre (MBL), Renan comanda o Partido Missão, legenda que recebeu registro definitivo no TSE em novembro de 2025 e disputará pela primeira vez uma eleição presidencial.
Embora já tenha anunciado sua intenção de disputar o Palácio do Planalto, Renan Santos ainda aguarda a oficialização da candidatura. A homologação está prevista para ocorrer durante a convenção nacional do partido, marcada para 1º de agosto, em São Paulo.
Depois da convenção, a legenda terá até o dia 15 de agosto, às 19h, para encaminhar o pedido de registro da chapa presidencial ao Tribunal Superior Eleitoral, responsável pela análise das candidaturas à Presidência e à Vice-Presidência da República.
O procedimento é realizado por meio do Sistema de Candidaturas (CANDex), plataforma digital que, a partir das eleições de 2026, passou a operar de forma totalmente online e integrada aos bancos de dados da Justiça Eleitoral.


