Médica do SAMU passa algumas recomendações quando for acionar a ambulância, “A gente quer saber o que a pessoa está sentindo”

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O SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) está disponível para toda a população. Entretanto, são necessárias algumas medidas no momento da ligação para a equipe realizar o atendimento correto. Em contato com a Rádio Andaiá FM, dr. Ana Paula Muniz, médica reguladora do SAMU deu algumas orientações em casos de uma pessoa passar mal em casa. “A gente quer saber o que a pessoa está sentindo, se está vomitando, tendo febre, convulsão, se caiu, se está sagrando, vomitou sangue, depende dessa informação para saber que tipo de ambulância a gente deve mandar. Não basta só dizer que está passando mal”, disse. Já em casos de acidente, a médica solicita que informe o tipo de acidente, os veículos envolvidos (carro, moto), e os sintomas que a vítima apresenta. “É bom uma pessoa que tenha calma para poder falar. Não mexer na vítima, ligar para o SAMU e passar as maiores informações que precisa”, explicou. Ela ainda pontuou sobre a demora da ambulância para chegar ao local que muitas pessoas reclamam. Muitas vezes, a dificuldade está no trânsito, onde os motoristas não dão espaço. Já em outros casos, depende muito do nível de emergência. “Por exemplo: se alguém liga e diz que um paciente de 30 anos está com febre, e outro liga e diz que um rapaz de 20 anos caiu do andaime e quebrou a perna. Então, nesse caso quem caiu precisa de mais urgência. Já vítimas de explosão ou incêndio, se for fácil retirar a vítima que seja o primeiro passo, mas se apresentar dificuldades, o ideal é tentar apagar o fogo enquanto o Corpo de Bombeiros não chega ao local.

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