SAJ: Coordenador do DPT diz que causa da morte do professor é indeterminada até o momento, “o corpo estava em estado de decomposição”

A causa da morte do professor ainda é considerada indeterminada, segundo o coordenador do Departamento de Polícia Técnica, Lino Oliveira. O professor Adilson de Almeida Santos, 39 anos, foi encontrado morto em sua residência situada na Avenida Juracy Magalhães no último domingo (21). Em contato com o repórter Itajaí Júnior, o coordenador do DPT informou que algumas hipóteses estão sendo excluídas como o caso de ter sido homicídio. “A princípio o imóvel que foi encontrado o corpo não foi violado, não havia sinais de violência no corpo, o corpo estava em estado de decomposição, sinal que ele estava dois a três dias no imóvel. O médico legista fez exame e procurou algum vestígio, as vísceras já estavam deterioradas e não serviram para fazer qualquer tipo de análise. Coletamos o material orgânico do estômago e vamos analisar no laboratório central”, disse. De acordo com ele, os exames devem estar prontos em torno de 40 dias úteis. Serão analisados também se há vestígio do professor ter ingerido algo. “A causa é indeterminada em virtude de não ter indícios ou evidências claras de que poderia ter um mal súbito, ataque fulminante, mas vamos investigar”, pontuou.

Corpos no DPT

Conforme o coordenador, quatro corpos já foram sepultados e seis estão em andamento. Há mais seis corpos na espera do exame de DNA.