Uma mulher está acusando o advogado Fábio Santana de matar sua calopsita de estimação em Santo Antônio de Jesus. Por outro lado, Fábio Santana disse que não matou a calopsita e alegou ter encontrada morta nesta sexta-feira (09). A cena comoveu as redes sociais após a divulgação de um vídeo mostrando o animal morto nas mãos do advogado.

Em entrevista ao Blog do Valente, Bruna Freitas relatou que perdeu a calopsita no dia 30 de julho e imediatamente divulgou o desaparecimento. Segundo Bruna, Fábio Santana foi até a casa de uma pessoa que encontrou o animal e se identificou como o tutor da ave. Dois dias depois, Bruna descobriu o paradeiro da calopsita e tentou entrar em contato com o advogado. Na segunda-feira seguinte, ela foi até a residência de Santana, que alegou ser o dono da ave. Bruna e seu marido retornaram à residência em outras duas ocasiões, mas não conseguiram conversar com o advogado.
Na manhã de sexta-feira (09), o marido de Bruna tentou novamente entrar em contato com Santana, que teria ameaçado dizendo “se vocês insistirem vou entregar o animal morto”. Bruna voltou e gravou um vídeo do encontro. Nas imagens, Fábio Santana é visto saindo de casa em seu carro e, após xingar Bruna, retorna com o animal morto em mãos.
Por outro lado, Dr. Fábio Santana se defendeu dizendo que “não matei a calopsita” e afirmou ser um criador apaixonado por aves, possuindo um viveiro em casa. Ele explicou que a situação começou quando uma funcionária deixou o portão do viveiro aberto, permitindo a fuga de três calopsitas. Santana encontrou uma das calopsitas ferida na casa de sua sogra e, ao identificar o animal, aplicou medicação em seu ferimento. Santana alegou que a calopsita que Bruna recebeu não era a mesma que ele encontrou e que a situação gerou estresse devido às insistentes visitas de Bruna.
Segundo o advogado, a calopsita pérola, que era branca com cinza e tinha a asa cortada, já não apresentava sinais de vida quando foi encontrada no viveiro dias depois de recuperá-la.
Bruna, segundo Santana, não seria a tutora do animal e a calopsita que ela recebeu não era a mesma que ele encontrou. A mulher na história é uma vizinha que viu que o advogado pegou o animal na casa da sogra, alegando que a ave seria dela. A mulher na história é uma vizinha que viu que o advogado pegou o animal na casa da sogra, alegando que a ave seria dela.




