Mainha tem melasma: entenda o que são as manchas no rosto de Ivete

A primeira foto do sorriso de Ivete Sangalo com as recém-nascidas Marina e Helena, junto com o marido e o filho mais velho do casal, conquistou mais de 3 milhões de curtidas somente na página oficial da cantora. Além dos likes na imagem, divulgada no início da semana, muitos fãs e seguidores estranharam as manchas escuras na pele da artista.

A dermatologista Fabíola Viterbo explicou que essa alteração na pele chama-se melasma, e não se trata de uma doença, já que não causa danos à saúde do portador, mas, sim, uma patologia dermatológica que provoca incômodo em muitos pacientes.

A patologia aparece como uma mancha de cor castanha em várias regiões do corpo, sendo o local mais comum a bochecha. Mas pode atingir também outras áreas extra-faciais, como braços e colo. Caso o paciente não procure ajuda médica, ela pode progredir de tamanho e escurecer a aparência.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), não há uma causa definida para a ocorrência dos melasmas, mas muitas vezes esta condição está relacionada ao uso de anticoncepcionais femininos, à gravidez e, principalmente, à exposição solar. O fator desencadeante é a exposição à luz ultravioleta e, até mesmo, à luz visível. Além dos fatores hormonais e da exposição aos raios solares, a predisposição genética também influencia no surgimento desta condição na pele.

Dias antes do parto, a própria Ivete havia divulgado em suas redes sociais que sofria com “manchas de progesterona na pele”.

 

A patologia aparece como uma mancha de cor castanha em várias regiões do corpo, sendo o local mais comum a bochecha. Mas pode atingir também outras áreas extra-faciais, como braços e colo. Caso o paciente não procure ajuda médica, ela pode progredir de tamanho e escurecer a aparência.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), não há uma causa definida para a ocorrência dos melasmas, mas muitas vezes esta condição está relacionada ao uso de anticoncepcionais femininos, à gravidez e, principalmente, à exposição solar. O fator desencadeante é a exposição à luz ultravioleta e, até mesmo, à luz visível. Além dos fatores hormonais e da exposição aos raios solares, a predisposição genética também influencia no surgimento desta condição na pele.

Dias antes do parto, a própria Ivete havia divulgado em suas redes sociais que sofria com “manchas de progesterona na pele”.

A dermatologista Marta Mascarenhas explica que pessoas com a pele mais escura têm mais chances de apresentar as manchas do melasma. “O melanócito – célula que produz a melanina que dá pigmento à pele – é estimulado pela radiação do sol e luzes visíveis e, em grande quantidade, causa a aparição do melasma”, comenta.

Segundo a médica, a patologia não traz nenhum prejuízo à saúde, a não ser o problema estético. “A questão é a insatisfação estética que as mulheres têm. Elas começam a não querer sair na rua, porque não querem mostrar o rosto”, afirma.

Marta explica que homens também podem apresentar o melasma, mas a chance é muito pequena já que a quantidade de hormônios como o estrógeno e progesterona é muito baixa.

A fisioterapeuta Carolina Marques, 37 anos, conta que já sofreu muito quando descobriu que possui melasma, há 15 anos, mas hoje aprendeu a lidar com a patologia.

 

Carolina afirma que é difícil conviver com melasma em uma cidade como Salvador. “Eu tenho que optar por ficar com o rosto limpo, pálido e sem ir à praia, ou ficar bronzeada, mas com o rosto manchado. É difícil porque aqui tem sol o tempo todo. Às vezes você se cansa de cuidar porque são cuidados diários”, desabafa.

Saber lidar com a patologia também é um problema para a assistente de estética, Lorena Pinheiro, 28. As manchas começaram a aparecer no corpo dela há quatro anos, quando ainda adorava passar horas na praia e fazer caminhadas no sol quente. “É horrível saber que tem melasma. Você sabe que não tem cura, é paliativo. Esteticamente é feio. No início assusta, mas depois você controla”, afirma Lorena.

Logo quando descobriu, Lorena era submetida a dez sessões de laser por semana, junto com um ácido para usar à noite e, claro, muito protetor solar. “Hoje em dia só abdiquei das sessões do laser”, conta.

Ela diz que não deixou de fazer nada que fazia antes do surgimento das manchas, mas diminui bastante a frequência das saídas ao sol e a forma como vai vestida a esses lugares. “Hoje vou à praia com chapéu, muito protetor e evito ficar muito tempo. Uso também viseira”, explica.

Fonte:Correio