Maio Vermelho: mês de conscientização sobre a hepatite

Neste mês, comemore-se o Maio Vermelho que tem como objetivo alertar a população contra hepatite, doenças muitas vezes silenciosas, que causa infecção no fígado, mas que pode ser combatido com diagnóstico precoce e tratamento adequado.

Entre os sintomas da hepatite, que podem ou não surgir, estão fadiga, dores musculares e nas articulações, dores abdominais, perda de apetite, náuseas, diarreia, febre baixa, além da urina bem escura, além de fezes, pele e olhos amarelados. Cada tipo é causado por um vírus (existem também os tipos D e E, menos freqüentes) ou uma bactéria – como hepatites causadas por agentes tóxicos, como pelo consumo intenso de álcool ou medicamentos, e pelo autoimune de hepatite, quando atacado ou atacado por um vírus. .

A transmissão do hepatite A , cuja incidência é maior na região Norte do país, ocorre por meio da ingestão de água ou alimentos contaminados pelo vírus.

A hepatite B é considerada uma doença sexualmente transmissível, embora o vírus B (HBV) também possa ser transmitido de outras formas, como durante a gestação ou participação, compartilhamento de seringas, agulhas, materiais de higiene pessoal, como escova de dentes, lâminas de barbear e alicates de unha, e transfusão de sangue contaminado

A hepatite C tem uma forma de transmissão semelhante à hepatite E, assim como outras, aumenta muitas vezes sem causar sintomas ou sinais mais graves. Por isso, muitos portadores não buscam orientação médica e não sabem que possuem doença. No entanto, ela pode estar com diabetes tipo 2 e evoluir para quadros mais graves, como insuficiência hepática, cirrose e câncer, antes mesmo do diagnóstico da hepatite C.

Alimentação saudável é chave

Priorize alimentos integrais, fontes de fibras saudáveis ​​que contribuam para o funcionamento do intestino e auxiliam no controle da glicose e do colesterol. Grãos integrais, como arroz integral, aveia, sementes de quinoa e linhaça, por exemplo, frequentemente apresentam o dobro da quantidade de certos nutrientes que as versões refinadas de alimentos industrializados. Evitar ou consumir alimentos ricos em gorduras saturadas, como bebidas alcoólicas, sal e açúcar em excesso, também é essencial para a manutenção desse órgão tão importante.

Para o hepatite A, assim como o hepatite B, não existe tratamento específico, pois o próprio sistema imunológico compromete a eliminação de vírus ou o vírus do organismo dentro de dois ou três meses. Para uma boa recuperação, é preciso cuidar do corpo, descansar e alimentar-se bem, evitar medicamentos, alimentos e bebidas que podem sobrecarregar ou fígado.

Já nos casos de crônicos do tipo B e C, pode ser necessário ou usar medicamentos antivirais, além de outros tipos de ataques, que combatem uma ação de vírus. Dependendo da gravidade e do acometimento da doença, como uma cirrose avançada, ou o transplante pode ser indicado. No entanto, é importante acompanhar ou diagnosticar os sintomas e a evolução de cada caso com seu médico, ou o único que pode definir o melhor tratamento.

Atualmente, os dispositivos disponíveis contra o Hepatite C apresentam níveis bastante variáveis, mas o tipo de vírus identificado no indivíduo e o diagnóstico precoce são determinantes para o sucesso do tratamento. Portanto, é essencial realizar exames de sangue de rotina, que identificam todos os tipos de hepatites virais.