
O pai de Gleise Santos Andrade, de 28 anos, jovem que morreu após ser baleada no peito pelo companheiro, um PM, no bairro de Itapuã, em Salvador, não acredita na versão do militar de que o disparo foi acidental.
Segundo Jorge Andrade, que tem 58 anos e é agente penitenciário, o policial tem treinamento para saber manusear o armamento. A vítima foi baleada na noite da quarta-feira (30) e chegou a ser socorrida para o Hospital do Aeroporto pelo militar, que não teve o nome divulgado.
“Eu não consigo acreditar na forma como ocorreu, na mão de um policial. Todo policial tem treinamento o bastante para saber que não se pode lidar com arma de frente para ninguém, apontada. Na minha opinião, não foi acidental”, disse o pai.
Jorge contou ao G1 que prestou depoimento no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
Ele disse ainda que nunca presenciou situações de violência ou discussão entre a filha e o companheiro. “Eu nunca vi nenhuma situação deles dois. Que eu presenciasse algo, nunca. Poderia ter alguma situação de violência, mas que eu soubesse não”, pontuou.
Fonte: G1





