Catorze porcento das crian?as rec?m-nascidas na Bahia n?o realizam o teste do pezinho, essencial para o diagn?stico precoce e tratamento da anemia falciforme, de acordo com pesquisa sobre a evolu??o da doen?a na Bahia, realizada pela Associa??o de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) e divulgada nesta segunda-feira, 7 (Foto Ivan Cruz/Ag?ncia A TARDE). O levantamento foi apresentado um dia ap?s o Dia Nacional do Teste do Pezinho e est? sendo divulgado em comemora??o aos 100 anos de descoberta da doen?a.
Para a coordenadora do N?cleo de Pesquisa da APAE, Tatiana Amorim, a identifica??o da doen?a com mais rapidez permite amenizar os sintomas que o portador pode sofrer e evitar crises que necessitem de transfus?o de sangue. ?As crian?as que n?o fazem o teste est?o mais suscet?veis ?s infec??es, anemias agudas, pneumonia?, explica a pediatra.
Foram pesquisadas 347 crian?as entre 1 e 4 anos diagnosticadas pelo Teste do Pezinho e acompanhadas pelo Servi?o de Refer?ncia em Triagem Neonatal (SRTN), da APAE Salvador, institui??o refer?ncia do Minist?rio da Sa?de para a execu??o dos exames. Segundo Amorim, notou-se que as crian?as acompanhadas pelo SRTN t?m um ?ndice de desnutri??o consideravelmente menor do que em crian?as sem a doen?a falciforme. ?Isso mostra a necessidade do teste do pezinho e do acompanhamento da crian?a?, ressalta. (Fonte A TARDE)




