Fogo amigo: ACM Neto pede cassação de deputado do DEM

O corregedor da Câmara, ACM Neto (DEM-BA), apresentou há pouco, à Mesa Diretora, parecer pela cassação do mandato de Jerônimo Reis (DEM-SE). A decisão sobre o futuro de Reis na Câmara, no entanto, foi adiada com pedido de vista (mais tempo para análise) do deputado Nelson Marquezelli (PTB-SP). O parecer de ACM Neto tem como base o julgamento do Tribunal de Justiça de Sergipe que cassou os direitos políticos, pelo período de seis anos, de Jerônimo Reis. Ele é acusado de improbidade administrativa quando era prefeito de Lagarto. “Apresentei o parecer apenas no sentido de fazer cumprir a decisão judicial que determina a cassação dos direitos políticos do deputado. Enquanto o processo não for votado, ele [Jerônimo Reis] continua no exercício do seu mandato”, disse Neto. “Foi um juiz de primeira instância que cassou o deputado. Quero examinar melhor o processo. Eu tenho direito a vista e pedi”, justificou Marquezelli. Demonstrando não ter pressa no julgamento, o parlamentar divagou sobre a data que vai apresentar o novo parecer à Mesa. “Eu tenho um prazo ilimitado. Posso trazer daqui a dois anos. Mas eu quero ver se trago nesse ano. Pode ser em novembro, dezembro…”. Principal interessado na cassação de Reis, o suplente do deputado, Pedro Valadares (DEM-SE), disse que vai recorrer ao Supremo Tribunal Federal para tentar tomar posse antes do término da atual legislatura. “É lastimável. Sentença jurídica não se discute, cumpri-se. Cabe um mandado de segurança ao Supremo, pois é um direito líquido e certo de eu assumir”, reagiu. O corregedor da Câmara, ACM Neto (DEM-BA), apresentou há pouco, à Mesa Diretora, parecer pela cassação do mandato de Jerônimo Reis (DEM-SE). A decisão sobre o futuro de Reis na Câmara, no entanto, foi adiada com pedido de vista (mais tempo para análise) do deputado Nelson Marquezelli (PTB-SP). O parecer de ACM Neto tem como base o julgamento do Tribunal de Justiça de Sergipe que cassou os direitos políticos, pelo período de seis anos, de Jerônimo Reis. Ele é acusado de improbidade administrativa quando era prefeito de Lagarto. “Apresentei o parecer apenas no sentido de fazer cumprir a decisão judicial que determina a cassação dos direitos políticos do deputado. Enquanto o processo não for votado, ele [Jerônimo Reis] continua no exercício do seu mandato”, disse Neto. “Foi um juiz de primeira instância que cassou o deputado. Quero examinar melhor o processo. Eu tenho direito a vista e pedi”, justificou Marquezelli. Demonstrando não ter pressa no julgamento, o parlamentar divagou sobre a data que vai apresentar o novo parecer à Mesa. “Eu tenho um prazo ilimitado. Posso trazer daqui a dois anos. Mas eu quero ver se trago nesse ano. Pode ser em novembro, dezembro…”. Principal interessado na cassação de Reis, o suplente do deputado, Pedro Valadares (DEM-SE), disse que vai recorrer ao Supremo Tribunal Federal para tentar tomar posse antes do término da atual legislatura. “É lastimável. Sentença jurídica não se discute, cumpri-se. Cabe um mandado de segurança ao Supremo, pois é um direito líquido e certo de eu assumir”, reagiu.