Empresário reclama de lentidão da polícia na repressão a assalto no Posto Uirapuru

O empresário Cloves Machado, proprietário do posto Uirapuru, que foi vítima de assalto na madrugada da última segunda feira ( 20 ), desabafou em contato com a reportagem da rádio Andaiá FM.

” Estou muito indignado. Peço a Deus que nenhum emrpesário passe pelo que nós estamos passando neste natal, ” disse ele.

Cloves novamente relatou o ataque, cometido por cinco bandidos fortemente armados à bordo de um veículo polo de cor branca e placa não anotada.

O detalhe que foi contado pelo empresário na entrevista e que chamou a atenção de todos foi o fato de que, durante o assalto, um dos frentistas teria se escondido debaixo de um caminhão para entrar em contato com o 14°BPM via telefone celular por duas vezes.

Segundo Cloves, a queixa foi ouvida no 14° BPM mas não atendida prontamente. O pior, segundo o empresário foi que neste meio tempo os bandidos promoviam um quebra quebra em busca de dinheiro e torturavam com muitos tapas os frentistas.

” O atendente do 14° BPM foi despreparado e frio. Só disse que iria procurar um sargento. A polícia está muito bem preparada mas deslocamento foi muito lento. A polícia só chega pra levantar o cadáver porque pra agir não chega. Eles ficaram lá aterrorizando a todos por aproximadamente 40 minutos,” desabafou Cloves.

No assalto, foi roubada toda a arrecadação do final de semana do Posto Uirapuru e até objetos pessoais que foram encontrados no local.